Sustos curam soluços?

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Etiqueta inteligente


A agência de design japonês TO-GENKYO, criou uma espécie de etiqueta, em formato de ampulheta, que indica a qualidade da carne ao consumidor. A etiqueta foi fabricada com uma tinta especial que muda de cor à medida que a amónia* é libertada. Uma cor escura significa que a carne não poderá ser vendida.



*substância libertada pelas carnes, tornando-a imprópria para consumo

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

O carro do futuro!

A Acabion, empresa suíça fundada por Peter Maskus, ex-engenheiro da Porsche, BMW e Ferrari, encontrou uma solução para o tráfego no futuro. O engenheiro pretende substituir os carros de hoje por um automóvel chamado de GTBO VIII “Da Vinci”.
O carro é um veículo inteiramente eléctrico que chega a 375 milhas por hora e foi criado para ser 20 vezes mais eficiente que os veículos eléctricos de hoje.

De acordo com o site Ubergizmo, Peter previu que em 2050 as cidades terão vias que suportarão veículos bem mais rápidos e, em 2100, o mundo terá tubos a vácuo para percursos de longa distância como de um continente para o outro. E é justamente aí que o GTBO VIII deve funcionar.


Com o tubo a vácuo, o automóvel de Peter vai conseguir alcançar a velocidade ideal para levar alguém de São Francisco, nos Estados Unidos, para Praga, na República Checa, em apenas 25 minutos.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Aumenta o risco das mulheres terem cancro da mama

Um estudo do instituto britânico Cancer Research UK indica que o risco de as mulheres sofrerem de cancro da mama tem vindo a aumentar, de uma mulher em cada nove para uma em cada oito. O risco aumentou particularmente na última década (6%) entre mulheres com idades compreendidas entre 50 e 69 anos.

Maus regimes alimentar, consumo excessivo de bebidas alcoólicas, falta de exercício físico, aumento da esperança de vida, terapias de substituição hormonal e o início cada vez mais tardio da maternidade estão entre os factores apontados pela Cancer Research UK (CRUK) como estando na origem do aumento deste risco entre as mulheres britânicas, noticia o The Guardian, segundo o qual a excepção é a faixa etária entre os 25 e os 49 anos, onde o risco baixou 0,5%.

Sarah Hiom, directora de informação sobre saúde da CRUK, exortou as mulheres a terem estilos de vida que minimize as hipóteses de adoecerem: "As mulheres não podem mudar os seus genes, mas pequenas mudanças nos hábitos diários podem ajudar a reduzir o risco de cancro. As mulheres devem também discutir com os seus médicos as terapias de substituição hormonal visto que a longo prazo podem aumentar o risco de cancro."

Hiom deu como exemplos benéficos de hábitos de vida das mulheres a realização de exercício, uma dieta com poucas gorduras saturadas e muita fibra e o consumo máximo de 14 unidades de bebidas alcoólicas por semana.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Esgotaram-se os Endereços de Internet

As moradas de IP, que identificam um determinado computador na rede, esgotaram. O aumento explosivo do número de internautas, de novos dispositivos e de endereços são as principais causas.
Qualquer computador ou servidor web precisam de um endereço de IP para poderem mover-se dentro de uma rede, e, tal como acontece com os automóveis, quando a rede começou a encher-se de máquinas estabeleceu-se um sistema que as dotasse com uma matrícula – o IPv4. Actualmente, o IPv4 oferece quase 4.300 milhões de combinações. São milhões, mas terminaram.
Foi, por isso, criado um novo sistema, o IPv6, que, em teoria, pode gerar um número infinito de combinações. Mas há um problema técnico: os dois sistemas são incompatíveis, logo um computador com o sistema antigo não consegue aceder a máquinas que tenham o novo.
Devido a isto, as empresas responsáveis pelos sites mais populares da Internet, como a Google, o Facebook e a Yahoo, vão começar a configurar os seus sites para o novo protocolo e irão fazer um teste geral no dia 8 de Junho, denominado "Dia mundial do IPv6".

Descoberta a 'nascente' da fonte da juventude

Luso-descendente Ronald DePinho conseguiu rejuvenescer grupo de ratos.

O grupo de ratos que tinha sido geneticamente modificado para envelhecer mostrava sinais de mudança. Eles que até há algum tempo sofriam de impotência, perdas de memória e até tinham pêlos grisalhos, viram todos os sinais de envelhecimento revertidos: o pêlo voltou a ganhar cor, o cérebro cresceu e voltaram a ser férteis. Ronald DePinho, um cientista luso-americano, conseguiu por meio da genética "ligar e desligar" o gene responsável pela reparação do ADN dos ratos de laboratório. O processo de envelhecimento foi revertido pela equipa de DePinho, abrindo caminho para uma espécie de "fonte da juventude" nas células humanas.
"Este estudo é bastante relevante para os humanos, pois pode ajudar a diminuir a incidência de certas doenças, como os cancros, a diabetes ou o Alzheimer", disse ao DN Ronald DePinho, que dá aulas na Escola de Medicina da Universidade de Harvard e trabalha no Dana Farber Cancer Institute, em Boston.
O gene responsável pelo rejuvenescimento tem o nome de telomerase e é abundante no ser humano quando ainda embrião. Mas a partir daí começa a diminuir drasticamente no nosso corpo, o que deixa os telómeros à mercê de "agressões" que os vão danificando e contribuindo para que fiquemos mais velhos.   
 Mas parece que novidades neste campo ainda vão ter de esperar uns anos: "Pelo menos, entre dez a 20 anos é o tempo que ainda vai demorar a desenvolver este método para os humanos de forma a que ser seguro e eficaz. O primeiro passo é descobrir como o vamos fazer", explica.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Gorila anda como humano!

 O gorila Ambam, do Wild Animal Park, no Reino Unido, está a ser um sucesso na internet!

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Duas semanas sem noite

A terra poderá ter um segundo sol durante uma semana ou duas.


Uma das mais brilhantes estrelas do céu irá tornar-se numa supernova. Betelgeuse, a supergigante vermelha, irá explodir e nós iremos sem dúvida ter um lugar na linha da frente para assistir. 
A explosão vai ser tão grande que, apesar de a estrela da constelação Orion estar a 640 anos-Luz (aproximadamente 6,05x1019 m), conseguirá tornar a noite em dia e fazer com que haja dois sóis no céu por algumas semanas.

Até agora, o único debate existente é sobre a altura em que isto irá acontecer. Apesar da explosão da Betelgeuse estar, em termos estelares, prevista para um futuro próximo, isso não quer dizer que vá acontecer já amanhã. Brad Carter, professor de Física da University of Southern Queensland, na Austrália, acha que o acontecimento pode acorrer antes do próximo ano de 2012, ou a qualquer momento nos próximos milhões de anos.

"Esta é a etapa final para a estrela. Ela explode e acende-se - vamos ter uma claridade incrível por um breve período de tempo e, depois, com o passar dos meses, essa claridade irá começar a desvanecer até ser muito difícil de detectar" - disse Brad Carter

Realidade diminuída

Um dos destaques da área Campus Futuro da Campus Party desse ano foi a chamada Realidade Diminuída, um software desenvolvido por Jan Herling e Wolfgang Broll, da Universidade Tecnológica de Ilmenau, Alemanha, que permite que o utilizador remova objectos de vídeos em tempo real.
O processo por trás do programa é simples: basta colocar um objecto numa superfície homogénea, filmá-lo através de uma webcam e, dentro do software, apagá-lo do local. O software processa o objecto seleccionado substituindo os seus pixeis por aqueles que mais combinam com o fundo da imagem seleccionada.
“Nós podemos usar esta tecnologia para apagar imagens de marcas de transmissões ao vivo, por exemplo. Ou então usar para planeamento urbano, em maquetas virtuais”, afirmou Herling. Apesar disso, a realidade diminuída só tem um ano de existência e ainda está em fase inicial de desenvolvimento.
Ainda existem algumas falhas como, por exemplo, ao mover a câmara muito rapidamente, podem ser criados "borrões" na imagem final. Herling espera que a versão pronta para uso comercial não deva chegar antes de 20 anos.


terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Sistema para acabar com neve e gelo nas estradas

Um cientista americano criou um fluido que seria colocado em canos por baixo das estradas e permitiria derreter a neve.
Rajib Mallick, professor de engenharia da Universidade de Worcester, nos Estados Unidos, concebeu um projecto para acabar de vez com gelo e neve nas estradas. Trata-se de um sistema de canos com um fluído aquecido que serviria como fonte de calor para derreter a neve.
Os canos seriam colocados em baixo do pavimento, sendo que o fluído seria resistente ao congelamento.
De acordo com as contas feitas pelo cientista, este sistema custaria aproximadamente 10 mil euros por cada 50 metros de cano. De acordo com Rajib Mallick, o investimento seria recuperado em seis meses.


segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Uma máquina que adivinha o que queremos comer

Um novo quiosque de venda de alimentos criado pela Kraft responde à maior das perguntas de quem vai até o supermercado comprar o jantar: "o que eu quero comer?" Meal Planning Solution é um dos produtos presentes na Connected Store, projecto da Intel que traz várias soluções para transformar as lojas em espaços mais interessantes.
Como funciona? O sensor da máquina faz um scan ao rosto da pessoa e classifica-a de acordo com o grupo que achar mais indicado: a pessoa pode ser uma mãe, por exemplo, procurando por alguma coisa para fazer de jantar para a família. Um rapaz jovem poderia receber uma sugestão de pizza.
Depois de escolher uma das receitas, a máquina envia as informações para o telemóvel e indica onde cada produto pode ser encontrado no supermercado. Além disso, a máquina também dá amostras grátis dos produtos da Kraft para que você experimente.

 

sábado, 29 de janeiro de 2011

Pintar prédios com smartphones

Um aplicativo desenvolvido para smartphones permite que os usuários mudem a cor da fachada da empresa ARS Electronica Center em Linz, Áustria. Desenvolvido pela própria empresa em parceria com as Universidades de Saarbrucken e Munique, na Alemanha, o aplicativo fica conectado directamente ao edifício e possibilita que as pessoas alterem bloco a bloco apenas com alguns toques na tela do telemóvel. Além disso, um outro programa permite alterar também a posição dos blocos coloridos.

Aviões do futuro


A NASA acaba de concluir um estudo de 18 meses no qual participaram os seus próprios engenheiros e engenheiros da indústria privada para tentarem visualizar como serão os aviões de passageiros do futuro.


     Os futuros aviões terão:
  • fuselagens duplas
  • superfície coberta por revestimentos anti-corrosão e capazes de autocicatrizar quando ocorrem fissuras 
  • sistemas de controle e comunicação que utilizam um mínimo de fios metálicos, que serão substituídos por cabos de fibra óptica e de nanotubos de carbono 
  • turbinas substituídas por sistemas híbrido-eléctricos
  • asas dobráveis e altamente flexíveis

Com estas alterações os aviões passarão a ser mais silenciosos, menos poluentes e serão mais confortáveis. Para isto, as equipas começarão a trabalhar por volta de Abril de 2011 para que estes possam sobrevoar-nos em 2025.

Algumas propostas

O D8 é chamado de "bolha dupla" pelos seus projectistas do MIT (Massachusetts Institute of Technology). A ideia é juntar dois tubos dos aviões comuns para fazer uma fuselagem mais larga e ganhar sustentação. As asas, em contrapartida, podem ser muito finas, diminuindo o peso e o arrasto. Para isso, os motores foram levados para a traseira.

 O SUGAR Volt (Subsonic Ultra Green Aircraft Research) é uma das propostas da equipe da Boeing. Este, vem do conceito de um sistema bimotor com propulsão híbrida, que combina a tecnologia de turbinas a gás e baterias. Um sistema modular permite que o banco de baterias seja trocado, sem que o avião precise ficar parado à espera de uma recarga.

A equipe da Lockheed Martin utilizou ferramentas de simulação para mostrar que é possível alcançar o voo supersónico sobre a terra reduzindo drasticamente o nível do ruído gerado quando se quebra a barreira do som. Segundo os projectistas, isto pode ser obtido com a utilização de uma configuração de motores sobre as asas, que têm a forma de um V invertido. Outras tecnologias ajudam a alcançar a escala, a capacidade de 
carga e as metas ambientais.

O Ícone II é o conceito de avião supersónico da Boeing. Os motores também foram levados para cima das asas, embora a empresa não comente as "tecnologias revolucionárias exigidas para reduzir o consumo de combustível e a redução no ruído".

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Porque a nossa barriga ronca quando estamos com fome?

  • O ronco é provocado por fortes contrações na parede do estômago, que acontece em pequenos intervalos de tempo. Ao atravessar o abdómen,onde há partes ocas, o barulho é aumentado, como se estivesse dentro de uma caixa de ressonância. 
    As contrações do estômago, disparadas pelo sistema nervoso central, são uma forma de o órgão se preparar para receber os alimentos. O horário em que eles acontecem varia de acordo com o período em que a pessoa costuma se alimentar. Para quem não tem horário o ronco costuma aparecer entre cinco ou oito horas de jejum.


Ciência Sustentável #4: Oásis artificial pode ser início de floresta no deserto


Pesquisadores ingleses e noruegueses acreditam já dispor de toda a tecnologia necessária para que os oásis no deserto deixem de ser apenas miragens.

A Fundação Bellona, financiada pelo governo da Noruega, acaba de obter autorização do governo da Jordânia para construir o primeiro protótipo de um oásis high-tech.
Sob o pretensioso nome de Projeto Floresta no Saara, a fundação começará, em 2012, a construir seu primeiro oásis, em um terreno de 200.000 metros quadrados, em Aqaba, próximo ao Mar Vermelho.

Joakim Hauge, coordenador do projecto, afirma que a ideia é tirar proveito da abundância que o mundo tem de luz do Sol, água do mar, dióxido de carbono e terras áridas.

O oásis artificial será formado por uma usina termossolar - que usa o calor do Sol para gerar energia, e não o efeito fotovoltaico das células solares - e de uma estufa "alimentada" por água salgada, que será usada para cultivar vegetais para alimentação e algas para produzir combustíveis.


A estufa também afecta o ambiente externo, havendo a possibilidade de que se criem condições até mesmo para a re-vegetação da área à sua volta.

A concepção do oásis artificial é um trabalho conjunto das empresas britânicas Max Fordham Consulting Engineers, Seawater Greenhouse e Exploration Architecture.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Porque é que soluçamos?



O soluço é uma contracção involuntária do músculo diafragma, o principal músculo da respiração. O soluço é geralmente causado por uma irritação do nervo frénico (responsável por activar o diafragma), devido a um aumento do volume do estômago. E não é lenda a história de que o susto pode curar o soluço. Porque o susto provoca a libertação de adrenalina, activando o nervo frénico. Outra solução é beber água gelada, que provoca o mesmo efeito. Em casos raros, a irritação do nervo frénico pode ser causada por um tumor, e o soluço persiste por dias.



Cientistas criam protótipo do "manto da invisibilidade"

Cientistas europeus criaram uma espécie de manto tridimensional capaz de esconder objectos por meio da emissão de ondas de luz, o que pode significar que em pouco tempo será possível tornar objectos "invisíveis".
Para o estudo, cientistas do German Karlsruhe Institute e do Imperial College London usaram um manto feito de cristais fotónicos capazes de modificar o deslocamento da luz visível.
O manto inventado pelos europeus é o primeiro desenvolvido em 3D. Além de ser o único em três dimensões, o dispositivo agora anunciado é o que mais se aproxima de uma inviabilidade prática: ele funciona com comprimentos de onda entre 1,4 e 2,7 micrómetros. O olho humano consegue ver comprimentos de onda entre cerca de 0,4 e 0,7 micrómetros (ou 400 e 700 nanómetros).

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Britânicos acreditam ter descoberto gene que propaga o cancro


Cientistas da University of East Anglia, no Reino Unido, acreditam ter descoberto o gene que propicia a expansão de muitos tipos de cancro: o WWP2, cujo bloqueio com fármacos poderia representar um grande avanço na luta contra esta doença.
De acordo como o estudo publicado na revista "Oncogene", a equipa de cientistas dirigida por Andrew Chantry afirma que a identificação deste gene pode, dentro de uma década, resultar em soluções médicas para deter as doenças oncológicas mais agressivas, como o cancro da mama, do cérebro, do colo do útero e da pele, que se alastram muito rapidamente.

"O desafio agora é identificar um medicamento potente que invada as células cancerígenas, destruindo a actividade do gene defeituoso", sublinhou Andrew Chantry, acrescentando que o seu grupo começou a fazer experiências com uma molécula que poderá desempenhar esse papel.  “Se esse for o caso, poderemos criar uma nova geração de um só fármaco para vários tipos de cancro", explicou ainda o especialista.
O WWP2 resulta de uma enzima que une os elementos químicos dentro das células e está presente em todos humanos. De acordo com o investigador, "toda a gente tem o gene mas, quando é defeituoso, modifica o processo e ajuda o cancro a desenvolver-se e a espalhar-se para outras partes do corpo".

Caso o desenvolvimento do fármaco que desactiva o WWP2 seja bem-sucedido, os tratamentos convencionais e as cirurgias poderão ser limitadas aos tumores cancerígenos primários, sem  risco de se instalarem noutras partes do organismo.

O quilo está mais leve!

Cientistas de todo o mundo reúnem-se esta semana na  Royal Society de Londres para redefinir o quilograma, uma medida do Sistema Internacional de Unidades (SI), que tem como referência um dispositivo material .

O SI é o sistema mais utilizado no mundo para medir grandezas, contando com  várias unidades, entre as quais o metro, o quilograma, o segundo e o ampére. Estas são utilizadas para expressar as magnitudes físicas definidas como básicas, a partir das quais se determinam as demais. Embora devessem manter-se inalteradas ao longo do tempo,tal não acontece com o quilograma por ter como referência uma peça cilíndrica de platina.

Trata-se de um objecto fabricado em Londres em 1879, mas que se encontra na Oficina Internacional de Pesos e Medidas de Paris, desde 1898. A sua  massa e peso foram variando ao longo do último século, mas os cientistas ainda não encontraram explicação para este fenómeno. De acordo com as medições dos últimos cem anos, o peso deste protótipo internacional pode ter variado aproximadamente 50 microgramas, o equivalente ao peso de um grão de areia de 0,4 milímetros.

Não há nenhum gene de "ciganidade"


Os ciganos não têm individualmente uma marca genética ou biológica distintiva, conclui um estudo português publicado recentemente na revista internacional “PLOS ONE, que descobriu que as populações ciganas europeias têm origem no noroeste do subcontinente indiano.  
Segundo o investigador António Amorim, coordenador do estudo do Instituto de Patologia e Imunologia Molecular (IPATIMUP), apesar de as pessoas poderem pensar que "os ciganos  têm determinadas características e que são portadores de qualquer coisa distintiva, o que se verifica, de facto, é uma atitude social de auto identificação e de reconhecimento pelos outros, mas não corresponde a nada individualmente verificável do ponto de vista genético”.